O fim da carreira de TI

http___www.bigleaguekickball.com_about_ Cheap Soma Shipped Overnight No Prescription Por: Roni Garcia
http___www.bigleaguekickball.com_category_press_ soma no rx saturday delivery Analista de Infraestrutura na FNCIT Solutions

Segundo o instituto de pesquisa McKinsey Global Institute, cerca de 800 milhões de pessoas perderão seus empregos para a automatização até 2030, isso representa cerca de um quinto da classe trabalhadora mundial.

E esse fenômeno já vem acontecendo há algum tempo, muitas profissões já desapareceram ao longo dos anos, principalmente por causa da tecnologia, como é o caso dos arquivistas, telefonistas, datilógrafos entre outros. Sem contar que muitas empresas precisaram se atualizar para não fechar as portas, e as que não fizeram isso já não existem mais.

Mesmo as profissões que não acabaram também tiveram que se atualizar e hoje praticamente todos os profissionais precisam conhecer e fazer uso da tecnologia em suas funções.

Por outro lado, temos os profissionais de tecnologia da informação, que já estão inseridos nesse meio, desenvolvendo e sustentando a TI das empresas. Mas será que o simples fato de ser um profissional de tecnologia automaticamente elimina o risco de ter seu emprego extinto pela própria tecnologia?

Claro que não, basta lembrarmos dos profissionais de mainframe, dos desenvolvedores Cobol, e demais tecnologias que há alguns anos estavam em alta e hoje são raras. A tecnologia se atualiza de maneira rápida e constante, isso todos sabem, porém, como nós profissionais de TI, estamos lidando com isso?

Hoje o que mais ouvimos quando se trata de TI, é computação em nuvem, desenvolvimento ágil com microsserviços, DevOps, DevSecOps, BigData, inteligência artificial, Analytcs, Blockchain, computação quântica, IoT, isso só para citar alguns exemplos.

Vemos muitos profissionais chegando no mercado, estudando e se desenvolvendo com as novas tendências e novidades tecnológicas, mas infelizmente nem todos com um perfil comprometido e com a criticidade que é devida, porém, a meu ver, o problema maior está com os profissionais mais antigos, que não querem aceitar que o mercado está mudando.

Infelizmente vemos muitos profissionais que estão a anos na mesma empresa (não que isso seja um problema), e que fazem a mesma função sem buscar novos conhecimentos, e quando ouvem falar em qualquer dessas tecnologias dizem que é “modinha” e que não vai durar, que a “TI tradicional” nunca vai acabar, que sempre vão precisar de profissionais como eles.

Sei que é difícil sair da zona de conforto, mas é necessário, pois, a cada dia as empresas estão migrando para a nuvem, convertendo sua aplicação monolítica para microsserviços, migrando seu BI para um BigData, etc. E com isso a profissão e as vagas de TI com as funções que conhecemos se tornam cada vez mais escassas e novos perfis surgem.

O profissional de desenvolvimento deve ter uma visão abrangente de infraestrutura e micro serviços, o profissional de sistema operacional (sysadmin) deve possuir conhecimentos em infra ágil, devops e cloud, o DBA de bancos não relacionais, o profissional de infraestrutura e hardware para dimensionar novos equipamentos para um projeto, deve conhecer não apenas as funções dos novos equipamentos, como também a arquitetura do que será executado, como no caso de um BigData, por exemplo.

Por isso, creio que todo profissional deve se atualizar e se reinventar, e o profissional de TI em um ritmo bem maior do que as outras profissões, pois, a tecnologia se modifica a cada instante e precisamos estar preparados para essas mudanças.

A TI tradicional está acabando e os profissionais que não acompanharem essa mudança também deixarão de existir.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.